6 de outubro de 2010



podia dar-te tudo quanto vi
ou apenas uma memória

um momento
um estarrecimento

qualquer coisa de nada
que me tenha arrepiado
as mãos

(como quando me vi
com o pollock
pela primeira vez)

2 comentários:

Anónimo disse...

Fico pela memória,
prefiro um momento: esquece a memória.
Prefiro qualquer coisa de nada: esquece a memória e o momento.
Foi o momento que te arrepiou as mãos. Nada como o momento. Diz-me, apenas: foi esse momento em que viste Pollock pela primeira vez ou foi algo muito mais do que ver? Diz-me quantas coisas cabem nesse momento e quanto tempo tem o momento, se ele pode ter tempo: o momento.

Gostei.
1 Abraço.

Sandra Ferreira

Fluzão Eterno disse...

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